Um dia ...
Das 9 ás 17 hs ...
Espaço ...
Uma Sala com um Quadro Negro (ou Branco)
Giz (ou Caneta PILOT)
10 (dez) cadeiras ou carteiras
Cadernos e Canetas para anotações dos participantes
METODOLOGIA
"Existem dois tipos de projetos !" (Aquele que diz sim, Aquele que diz não!)
Bertold Brecht
Projetos no mundo em que vivemos ...
Quem eu sou ? Onde estou ? O que estou fazendo aqui ?
Constantin Stanislawski
Começando a escrever ...
O que é ? Pra que serve ? Quanto custa ? ($ e trabalho)
Resumo, Apresentação, Objetivo, Meta,
Resultados (projetados, alcançados e o pq eles foram ou serão diferentes)
Pessoas (Equipe)
Como lidar ?
Orçamento
Como pedir ?
Produção/Administração (Conclusões da manhã)
---
Prestação de Contas (FIM?)
Modos de financiamento
(Rouanet, ICMS, Governo, Sites, Patrocinio Direto ...)
Análise Individual de Projetos
Custos:
Transporte e Almoço do Oficineiro
Grupo máximo de 10 (dez) pessoas, para um satisfatório atendimento individual
Valor por pessoa: R$ (!!!!)
SURPREENDA-SE
(013) 981424775
@ECBRIL (twitter)
ecbril@gmail.com
Uma ideia na cabeça, um projeto no papel
Uma forma simples e prática de transformar sua idéia, seu projeto cultural, artistico em algo real.
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Tenho 40 anos, nasci em Santos-SP, formando em Comunicação Social, com especialização em Tecnologia da Comunicação no Centro Acadêmico Monte Serrat – UNIMONTE e em Gestão Pública pela UNISEPE. Participei como colaborador de diversas ongs. Atueiu em Grupos de Teatro da Baixada Santista desde os 14 (quatorze) anos. Trabalhou na equipe técnica da primeira montagem do "DIA DE ALLAN" de Vladimir Capella, nos Teatros João Caetano e Sergio Cardoso "Sala Paschoal Carlos Magno" em São Paulo - Capital- Espetáculo Premio Shell de Melhor Infantil em 89. Trabalhou viajando por mais de 20 cidades com André Loureiro e Francarlos Reis, fazendo som e luz de "Venerável Mme. Goneau", montagem de 1990.
Em 20 anos, trabalhou em cerca de 25 espetáculos entre adultos e infantis, com destaque para “A Marcha” ganhador do Festival “Afonso Schimdt”, “O Encontro Marcado” de Fernando Sabino, “Morango com Chantilly”, de Tymochenco Whebi. Escreveu em parceria com Cícero Gilmar Lopes “O Menino e o Tempo” e “Catalepsia”. Realizou temporada no Teatro Ruth Escobar de “Sonhos de uma Noite de Verão”, dirigida por Carlos Meceni.
Participou de vários cursos e seminários sobre política cultural. Foi Assistente de Produção do Memorial da América Latina em São Paulo, tendo passado em primeiro lugar do Concurso Público na época.
Fez produções de espetáculos musicais, sendo responsável pela Produção do Inverno Quente e Verão Vivo no Emissário Submarino de Santos em 2001 e 2002. Fundador da Rede Metropolitana de Cultura Popular da Baixada Santista, entidade criada em 2003, para preservar e difundir a Cultura Popular da região.
Em 2004 é convidado pelo Maestro Marcos Sadao Shirakawa á fazer parte da equipe da Banda Sinfônica de Cubatão, onde produziu os espetáculos “Sheherazade”, “Simonal e Taiguara”, shows com Liriel, Raízes de América, Osvaldinho e outros. Homenageado pela Câmara Municipal com a medalha Afonso Schimdt em 2008. Trabalhou em Caminhos da Independência, (2002, 2004 e 2008) encenação a céu aberto que aborda a passagem de Dom Pedro I pela Serra do Mar antes da Proclamação da Independência, sendo dirigido nessas oportunidades por Tanah Correa, Carlos Meceni e Chico de Assis e contracenando ao lado de Nuno Leal Maia, Raimundo de Souza e Alexandre Borges.
Em 2010, fez a tradicional Paixão de Cristo (ANO 37) ao lado de Paulo Goulart Filho. É estudante do Curso de Licenciatura em História do Centro Educacional Claretiano em SP - Capital.
Em 20 anos, trabalhou em cerca de 25 espetáculos entre adultos e infantis, com destaque para “A Marcha” ganhador do Festival “Afonso Schimdt”, “O Encontro Marcado” de Fernando Sabino, “Morango com Chantilly”, de Tymochenco Whebi. Escreveu em parceria com Cícero Gilmar Lopes “O Menino e o Tempo” e “Catalepsia”. Realizou temporada no Teatro Ruth Escobar de “Sonhos de uma Noite de Verão”, dirigida por Carlos Meceni.
Participou de vários cursos e seminários sobre política cultural. Foi Assistente de Produção do Memorial da América Latina em São Paulo, tendo passado em primeiro lugar do Concurso Público na época.
Fez produções de espetáculos musicais, sendo responsável pela Produção do Inverno Quente e Verão Vivo no Emissário Submarino de Santos em 2001 e 2002. Fundador da Rede Metropolitana de Cultura Popular da Baixada Santista, entidade criada em 2003, para preservar e difundir a Cultura Popular da região.
Em 2004 é convidado pelo Maestro Marcos Sadao Shirakawa á fazer parte da equipe da Banda Sinfônica de Cubatão, onde produziu os espetáculos “Sheherazade”, “Simonal e Taiguara”, shows com Liriel, Raízes de América, Osvaldinho e outros. Homenageado pela Câmara Municipal com a medalha Afonso Schimdt em 2008. Trabalhou em Caminhos da Independência, (2002, 2004 e 2008) encenação a céu aberto que aborda a passagem de Dom Pedro I pela Serra do Mar antes da Proclamação da Independência, sendo dirigido nessas oportunidades por Tanah Correa, Carlos Meceni e Chico de Assis e contracenando ao lado de Nuno Leal Maia, Raimundo de Souza e Alexandre Borges.
Em 2010, fez a tradicional Paixão de Cristo (ANO 37) ao lado de Paulo Goulart Filho. É estudante do Curso de Licenciatura em História do Centro Educacional Claretiano em SP - Capital.
Construindo sonhos
Nessa minha trajetória de vida, me deparei com muitos artistas, e pessoas comuns (sonhadoras), que passaram décadas com idéias maravilhosas na cabeça.
Muitas delas passaram esse tempo todo frustradas, ou vendo seu projeto ser desvirtuado, ou até mesmo deixando de lado a seu sonho sem ao menos tentar.
Consegui na minha carreira realizar alguns projetos pessoais, participei de outros coletivos que deram certo e alguns, lógico, que deram errado.
Da forma mais dificil e inumeras vezes, aprendi na prática, "quebrando a cara". Por isso resolvi passar minha experiência, da forma mais fácil e simples possivel.
ACESSIBILIDADE é a palavra chave, mas como subir escadas sentado em cadeiras de rodas !!!
Muitas delas passaram esse tempo todo frustradas, ou vendo seu projeto ser desvirtuado, ou até mesmo deixando de lado a seu sonho sem ao menos tentar.
Consegui na minha carreira realizar alguns projetos pessoais, participei de outros coletivos que deram certo e alguns, lógico, que deram errado.
Da forma mais dificil e inumeras vezes, aprendi na prática, "quebrando a cara". Por isso resolvi passar minha experiência, da forma mais fácil e simples possivel.
ACESSIBILIDADE é a palavra chave, mas como subir escadas sentado em cadeiras de rodas !!!
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